Hey! Ainda estou aqui.

17 17UTC janeiro 17UTC 2010 at 18:10 (Sem categoria)

Rápida e rasteira, passo para dizer que não gostaria de abandonar meu blog, mas as circunstâncias não têm me permitido postar. Acho que já completa mais de um mês desde a última atualização, e tantaaaa coisa já aconteceu e que eu queria ter contado aqui. Como a formatura do Gabriel, a despedida da Gazeta, o aniversário de seis meses de namoro, os testes que tenho vivido todos os dias na minha vida nova, enfim, as coisas não param né. Mas como estou sem meu computador e no máximo entro na internet para acessar meu e-mail uma vez por dia e o resto do tempo é trabalhando na “minha experiência”, que tive que deixar o blog de lado. E claro, de comentar os blogs amigos também.

Parece muito mistério, mas não é, então só para clarear: estou tentando uns empregos numa cidade nova, e uma coisa depende da outra para ser resolvida. Do emprego depende a mudança definitiva, da mudança depende um apt, do apt, a tal vida nova e por aí vai…. então, eqto tudo está confuso p mim, não tem como clarear por aqui. 

A falta de tempo e de conclusões vão me distanciar daqui por mais um tempo. Logo que der volto a postar.

Bjão para todos! 

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Partiu para vida nova!

8 08UTC dezembro 08UTC 2009 at 14:37 (Sem categoria)

Percebi que mudanças drásticas é comigo mesmo, e sinceramente, parece que gosto disso. Mal voltei e já estou partindo.

Mas agora o buraco é mais embaixo, não é mais a Jéssica simplesmente, somos dois. É uma arriscada, mas eu me divirto com isso. Acho que tudo é válido, tudo é experiência. Se não der certo, tudo bem, ao menos eu tentei. É uma tentativa profissional ousada, uma tentativa amorosa, uma tentativa de um novo lugar. Tudo novo.

Literalmente, um ano novo, uma vida nova.

Isso me fez achar, fuxicando nos meus arquivos, um texto que eu tinha guardado aqui a algum tempo… me parece que é do Bob Marley (pq eu teria algo do Bob Marley no meu computador? Não sei.), e resolvi publicar uns trechinhos. Bem o meu momento.

 Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade.

Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico…

“Tristeza me desculpe, saudade me perdoe, mas a minha ansiedade não resiste a beleza da vida, e eu quero amar, quero sair, quero viajar, não suporto a angústia, e para mim, a solidão tem cheiro de naftalina. Não adianta, eu e a tristeza não combinamos, ela prefere o isolamento, eu adoro os amigos, ela quer o choro, eu prefiro rir, rio até de mim, em tudo ela vê tragédia, eu, oportunidades, ela quer a prisão, e eu a liberdade, ela ouve músicas que trazem lembranças, eu canto a esperança…”
 
Sou um pouco do mundo.
Uma nova nação sem limites pra mim. Sou hoje…amanhã não serei mais.”

Em breve, os próximos capítulos. Enquanto isso vem a despedida do jornal, o natal, o ano novo, formaturas e casamentos. Até que chegue a hora de empacotar as coisas e montar o novo ciclo.

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Dias de trabalho (e um pouquinho de diversão)

17 17UTC novembro 17UTC 2009 at 16:44 (Sem categoria)

Há tempos penso em escrever do meu trabalho. Pois é, estou trabalhando no Jornal Gazeta Regional há quase quatro meses, em Camaquã. Já fiz de tudo, matéria sobre evento gospel, esporte, cultura, cotidiano, e por aí vai. Mas não quero falar especificamente do trabalho hoje, só fazer um registro.

Semana passada a Rede Meridional, rede que o jornal integra, trouxe a Camaquã a dupla Hugo e Tiago, para um show acústico para convidados. Então, fica o registro da nossa pseudo tietagem (pq nenhum de nós dá p isso, rsrs).

Equipe no Show Acústico Hugo e Tiago

 O jornal circula em 14 municípios da região, e agora integra Jaguarão na sua cobertura. Sexta passada participamos do lançamento na cidade.

Equipe no lançamento de Jaguarão

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Lá no Norte do Sul

6 06UTC novembro 06UTC 2009 at 9:46 (Sem categoria)

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Casório

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Usina Granja Velha

 

 

 

 

 

 

 

 

Olha a redundância. Mas é isso mesmo, neste feriadão fui conhecer o Norte do Rio Grande do Sul, e foi muito chão para chegar lá. Minha nossaaaaaaaaaa, dentro do mesmo Estado e sete horas de viagem, um calor de 38ºC, sensação de 42ºC, hehehe. Achei que fosse ter um colapso, mas chegamos bem, como voltamos bem.

Como para aquelas bandas as cidades são grudadas umas as outras, deu para conhecer bastante coisa. Com um bom guia, conheci Taquaruçu do Sul, Frederico Westphalen, Rodeio Bonito, Vista Alegre e uma passadinha por Palmitinho. Os lugares são todos parecidos, mas é visível a diferença das cidades de 2 ou 3 mil habitantes que temos aqui pelo Sul do Estado. Asfaltada, casas novas, bem conservadas, com cara de casas de praia. Bem bacana.

O fim de semana foi mega agitado, contrariando a paisagem bucólica que víamos toda vez que se chegava na varanda. Almoços, jantas, festa de casamento, turismo, não faltaram opções, hehe.

 Essa viagem me fez ver o que sempre ouvi: não adianta, depois que a gente viaja a primeira vez, uma segunda, a gente pega gosto e só vai, não para mais. Sendo no Sudeste do País, na Europa, na Ásia, no que for, não importa a distância, uma viagem é diferente da outra (não mais, nem menos importante), é sempre uma sensação, uma curiosidade, uma história nova.

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Catedral de Frederico Westphalen

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Argentina

19 19UTC outubro 19UTC 2009 at 13:25 (Sem categoria)

La Boca

La Boca

Centro, Recoleta, Porto Madero, San Telmo, Florida, Delta do Tigre… adivinharam o que é? Pois é, neste feriadão, tive o prazer de conhecer, a carinhosamente chamada Paris da América do Sul, Buenos Aires. A cidade é uma graça, cada bairro visitado te dá a sensação de estar em uma cidade diferente, me parece que tem características próprias,

acho que toda vez que eu tentar visualizar um bairro de lá, vou ter imagens bem diversas um do outro. O centro, como qualquer outro, tumultuado e sujo. O trânsito um caos, mas para nós turistas, só um detalhe.  

La Bombonera

La Bombonera

Os argentinos são gentis, prestativos e independentemente de algumas piadinhas sobre futebol, foram sempre muito simpáticos. Na sexta eu e a Duda fizemos um city tour por Buenos, Casa Rosada, Catedral Metropolitana, Plaça de Mayo, Boca (Caminito, Estádio do Boca Juniors) e outros. De noite fomos assistir o Señor Tango, o teatro é lindo, a janta é boa e o espetáculo maravilhoso, uma das coisas mais legais que já vi na vida, foram 2h30 de muita música, dança, aplausos e, principalmente, cultura!

Sabadão inventamos um tour de compras que foi uma furada, como recompensa, um sorvete de doce de leite e chocolate da Freddo e um passeio pelo Recoleta. O bairro tem um espaço gigante para tendas que vendem artesanato local. O Recoleta também é o bairro que abriga o principal cemitério da cidade (onde está o túmulo de Eva Péron), o Museu

de Belas Artes e Faculdade de Direito (um prédio lindo). Enquanto a cidade se agitava com o jogo do Peru e Argentina, nós corríamos atrás de um táxi, tentando fugir do temporal que caia naquela cidade. A boa comida em um restaurante italiano fechou o nosso dia.

Delta do Tigre

Delta do Tigre

Domingo fomos fazer o passeio no Delta do Tigre – O Delta é a foz do rio Paraná. Lá um dia ensolarado nos aguardava, e foi bacana conhecer o que tem além de Buenos Aires, é bonito, mas nada tão grandioso.

De lá fomos para San Telmo, na feira de antiguidades, mega popular. Como de praxe uma pizza, e a degustação (aham) de uma cerveja típica, provamos a Quilmes. Depois fomos conhecer o Porto Madero, um tempo para ver gente e caminhar.

Segunda, foi hora de voltar para casa, 4 dias sem falar com família, namorado e depois de tanto ouvir espanhol, a gente só queria chegar no Brasil. Voltei, sã e salva, mas antes tive que enfrentar a maior turbulência da minha vida e perder os potes de doce de leite que comprei e que foram apreendidos pelo Ministério da Agricultura no aeroporto de Porto Alegre, hehehe.

Faltou o Café Tortoni, o Palermo, uma balada, acho que um repeteco vai acabar acontecendo. Cansativa, engordante e divertida, o saldo final da viagem foi mega positivo. E eu imensamente feliz por poder conhecer mais um lugar. Até que eu invente uma próxima…

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